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terça-feira, 1 de outubro de 2013

A UM PASSO DA ETERNIDADE: O LIVRO E O FILME

From Here to Eternity

Não é uma obra sobre a guerra. O autor, James Jones, narra a vida de pessoas, seu dia-a-dia, agruras e venturas, em um campo do exército americano no Havaí, às vésperas do ataque japonês a Pearl Harbor

Protagonizam a história o sargento Warden e Karen Holmes, ela, esposa do superior imediato de Warden; os soldados Prewitt e Angelo Maggio.

Nas páginas iniciais do livro o autor descreve a primeira visão de Warden de sua futura amante, Karen. No filme, as poucas linhas transformaram-se em uma cena inesquecível, com o comentário do sargento - "Aposto como ela não está usando sutiã" - e o andar da garota.

No livro, tudo se passa em pensamento: "Warden viu uma mulher loira, alta e magra, descer do carro. Um garoto de nove anos desceu atrás dela e começou a se balançar nas grades baixas ao longo da passagem. A mulher veio então por esta passagem, seu s seios acompanhando o movimento do corpo, debaixo do...
suéter roxo. Warden olhou-os atentamente e concluiu que ela não usava porta-seios, tal o modo como eles se moviam, tal a forma como eram pontiagudos." O diálogo do filme presta-se à valorização e à exteriorização do pensamento do personagem. É claro: nos filmes, em geral, não sabemos o que eles pensam. É preciso um personagem "escada"*.

Sem a necessidade de escadas, a cena do beijo na praia (acima reproduzido), é antológica. Uma das mais marcantes do cinema.

O filme, premiado com oito Oscars, foi produzido em 1953 e apresenta elenco glamoroso (Montgomery Cliff, como Robert E. Lee Prewitt, Burt Lancaster, como o Sargento Warden, Deborah Kerr, como Karen Holmes e Frank Sinatra, como Maggio).  Vale a pena ver de novo!

Por outro lado e concomitantemente, é uma das poucas obras a que se deve assistir o filme e ler o livro. Bem escrito, traz passagens memoráveis e a densidade psicológica dos personagens, que o filme não pode exibir. Impossível não lê-lo de único trago, a despeito do número de folhas. Deliciosa leitura para um final de semana chuvoso, deitado na rede.

"O brinquedo de cavalinho espalhado, que morreu na infância, quebrou-se agora pela baioneta dos olhares cínicos dos outros."

"Ele andou até o cruzamento, nunca olhando para trás, imaginando em sua mente a figura trágica de si mesmo que devia estar aparecendo enquanto desaparecia pela montanha abaixo, como se fosse ele mesmo quem estivesse de pé, lá atrás, encostado na porta. E a coisa mais estranha é que ele nunca a amara tanto quanto neste momento, porque naquele momento ela se transformar nele mesmo."


"No exército romano exigiam que cada soldado realizasse o treinamento carregando uma mochila duas vezes mais pesada do que no combate verdadeiro. Conquistaram o mundo. Deveríamos fazer o mesmo."


* Escada é o personagem coadjuvante que ajuda o outro, principal, a brilhar em cena. 


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Maria da Glória Perez Delgado Sanches
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ITANHAÉM, MEU PARAÍSO

ITANHAÉM, MEU PARAÍSO
Viva apaixonadamente. O hoje, o presente. Porque é tudo o que existe de verdade, tudo o que existe para ser vivido. O mais, é irrelevante.

Quem sou eu

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Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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