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segunda-feira, 23 de junho de 2014

A MENINA QUE ROUBAVA LIVROS: O LIVRO E O FILME

A história é uma grande sacada de Markus Zusak 
O autor, que tinha a ideia de abordar a história de um ladrão de livros desde "I Am the Messenger", traz a Morte como narradora da história da menina que roubava livros, passada na Alemanha nazista.

A Morte, uma simpática narradora
Liesel Meminger tem a mãe comunista perseguida pelo nazismo e é enviada com seu irmão à adoção, por dinheiro, por um casal pobre, Hans e Rosa Hubermann. 
O menino morre antes de chegar à nova casa e o coveiro deixa cair um livro na...
neve: o primeiro dos livros surrupiados pela menina que ainda não sabe ler.
Seus pesadelos fazem-na se aproximar de seu pai adotivo, que é seu guia na leitura. 
Também participam da história Rudy, o melhor amigo; Max, o judeu abrigado pela família e Ilsa, a esposa do prefeito, que franqueia sua biblioteca à menina.

O livro, que trata os personagens com maior profundidade, segue a regra: é superior ao filme, dado que Max e Ilsa, personagens marcantes na obra(*), tal como a Morte, são praticamente esquecidos na grande tela.
O livro ou o filme?
Ainda assim, se o livro é leitura imperdível, o filme - uma adaptação para o cinema da obra de Markus Zusak - agrada pelas interpretações e locações, mas não consegue abordar o mundo explorado pelo autor - interior ou exterior.

(*) O filme, lançado em 2014 e dirigido por Brian Percival, traz no elenco Geoffrey Rush, como o pai adotivo, Hans Hubermann; Emily Watson, no papel da mãe adotiva, Rosa Hubermann; Sophie Nélisse, a personagem central, Liesel Meminger; Ben Schnetzer, como Max Vanderburg e Nico Liersch, interpretando Rudy Steiner.


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Maria da Glória Perez Delgado Sanches
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ITANHAÉM, MEU PARAÍSO

ITANHAÉM, MEU PARAÍSO
Viva apaixonadamente. O hoje, o presente. Porque é tudo o que existe de verdade, tudo o que existe para ser vivido. O mais, é irrelevante.

Quem sou eu

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Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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