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sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Gostaríamos de Informá-lo de Que Amanhã Seremos Mortos com Nossas Famílias

LIVRO INDICADO PELO PROFESSOR RUI DÉCIO MARTINS

GENOCÍDIO EM RUANDA
Nelson Ascher

"‘Gostaríamos de informá-lo...’", copyright Folha de S. Paulo, 6/01//01

"O livro do jornalista e escritor norte-americano Philip Gourevitch é, até onde sei, o primeiro publicado no Brasil sobre os acontecimentos de meados dos anos 90 em Ruanda.

Muitos são os nomes aplicáveis ao que lá ocorreu pouco mais de seis anos atrás, mas cada vez mais pessoas julgam que o nome adequado é uma palavra que, com seriedade, tem sido usada para designar no máximo três outros acontecimentos, todos do século 20: o extermínio dos judeus europeus pelos alemães e seus aliados na primeira metade da década de 40; a deportação e massacre dos armênios pelos turcos durante a Primeira Guerra; e a dizimação de parte da população do Camboja pelo seu próprio governo, o Khmer Vermelho, nos anos 70. A palavra é ‘genocídio’.

ITANHAÉM, MEU PARAÍSO

ITANHAÉM, MEU PARAÍSO
Viva apaixonadamente. O hoje, o presente. Porque é tudo o que existe de verdade, tudo o que existe para ser vivido. O mais, é irrelevante.

Quem sou eu

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Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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